O paradoxo do nosso tempo

Temos edifícios mais altos, mas pavios mais curtos; ruas mais largas, mas pontos de vista mais estreitos; nós gastamos mais, mas temos menos; nós compramos mais, mas desfrutamos menos; temos casas maiores e famílias menores, mais conveniências, mas menos tempo; temos mais diplomas, mas menos sentindo, mais conhecimento, mas menos juízo, mais especialistas, ainda mais problemas, temos mais aplicativos, mas menos satisfação; mais medicina, mas menos bem-estar; tomamos mais vitaminas, mas menor o número de resultados. Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos demais de forma imprudente; rimos muito pouco; dirigimos rápido demais, ficamos irritados rapidamente; ficamos até mais  tarde, levantamos mais cedo, lemos muito raramente; assistimos TV demais e rezamos raramente.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores; voamos em aviões mais rápidos para chegar lá mais rápido, fazer menos e retornar mais cedo; falamos demais, amamos raramente e odiamos com muita frequência.

Aprendemos como ganhar a vida, mas não como a viver; nós adicionamos anos à vida, mas não vida aos nossos anos. Percorremos todo o caminho até a lua e voltamos, mas temos dificuldade em cruzar a rua para conhecer o novo vizinho. Conquistamos o espaço exterior, mas não o espaço interior, nós fizemos coisas maiores, mas não coisas melhores; Limpamos o ar, mas poluímos a alma; nós dividimos o átomo, mas não nosso preconceito; nós escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos, nós aprendemos a nos apressar e não, a esperar. Temos mais armas, mas menos paz, mais lucratividade e menos moral; mais festas, mas menos diversão; mais comida, mas menos saciação; mais conhecidos, mas poucos amigos, mais esforço, com menos sucesso. Construímos mais computadores, para armazenar mais informação, mas produzimos mais cópias do que nunca, mas temos menos comunicação; dirigimos carro menor, que tem problemas maiores, construímos fábricas maiores que produzem menos. Temos avanços na quantidade, mas não na qualidade.

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8 Comentários


  1. Anônimo

    4 de abril de 2014 em 19:38

    ao ler estas sei que algumas as coisas vou botar em praticas
    muito bom parabéns gostei

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  2. Cátia Moço

    17 de maio de 2014 em 09:43

    Genial e inspirador 🙂

    Responder

  3. Anônimo

    29 de maio de 2014 em 12:17

    Genial e inspirador 🙂 (2)

    Responder

  4. Anônimo

    28 de julho de 2014 em 17:12

    Bom de mais!!!!

    Responder

  5. Anônimo

    8 de dezembro de 2014 em 06:43

    Realmente muuuuito bom!

    Responder

  6. carolina

    10 de dezembro de 2014 em 20:44

    Adorei

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  7. ELIMAR FIGUEIREDO

    26 de janeiro de 2015 em 00:23

    pensei que George Carlin houvesse escrito este poema

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  8. Rammy

    27 de janeiro de 2015 em 18:39

    Perfeito!

    Responder

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