O que acontece com uma Travesti na ditatura

#Colabora é um projeto jornalístico, que assim como o Mundo Interpessoal, acredita que o desenvolvimento humano parte de várias áreas essenciais, como: água, cidadania, cidades, clima, consumo, cultura, educação, energia, gênero, inclusão social, meio ambiente, mobilidade, ONGs, saneamento, saúde e economia colaborativa.

Desde 2017 vem publicando reportagens importantes sobre os 16 temas centrais e representando um grande papel de transformação no cenário jornalístico Brasileiro.

Recentemente o projeto lançou uma série jornalística intitulada “LGBT+60: CORPOS QUE RESISTEM”, com vídeos contando histórias de amor, resistência e diversidade.

O episódio número #2 da segunda temporada chamou muita atenção. Conta a história de Martinha, 62 anos, dona de casa, baiana e travesti.

Começou a se prostituir aos 8 após fugir de casa com medo da mãe, que ameaçava envenená-la. Quando criança, foi expulsa de quatro colégios. Por causa dos trejeitos femininos, era considerada “um mau exemplo para os colegas”. No seu corpo, as marcas da violência da Ditadura Militar.

“Fui presa mais de 200 vezes na ditadura”

Martinha

Para conferir todos os vídeos da série, acesse: https://projetocolabora.com.br/lgbt60-corpos-que-resistem/

Post Atualizado em:

Mundo Interpessoal

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